sábado, 21 de março de 2020

9º ano " B"


Olá meus queridos alunos!

Sejam todos bem-vindos . Esse é um canal de informação e de interação sobre o que estudamos e também sobre o que possivelmente iremos estudar!


Conhecendo o gênero: reportagem  

Nesta seção você irá ler dois artigos de divulgação científica para estudar suas características e saber o que envolve produzir textos como essa dinâmica.  

Como você pôde ver, a prática e o sentido de notícias falsas são algo bem complexo. Elas não representam somente o que lemos em jornais: também podem ser definidas como parte de um processo de desinformação. Ou seja, uma informação incorreta pode ser muito compartilhada sem que aqueles(as) que a replicam confirmem ou tenham certeza dos dados divulgados ali. 

E há também aqueles(as) que as divulgam para enganar mesmo. Você já parou para refletir sobre os impactos dessas notícias nas diferentes esferas sociais? Você já havia escutado que a Terra é plana ou leu algo sobre o assunto? Está achando que essa ideia de terra redonda é a maior fake news contada pelos cientistas? Veremos!Leia agora um artigo publicado na Ciência Hoje que trata desse assunto.


 Vamos agora fazer uma leitura de conhecimento !!

NEM PLANA, NEM REDONDA: 
DEFINIR A FORMA EXATA DA TERRA É UM DESAFIO 

O aperfeiçoamento constante dos métodos para construir a representação do nosso planeta aumenta a exatidão em mapeamentos e medições. Sempre investimos em meios de conhecer melhor a forma da Terra, e durante muitos anos esse tema foi foco de debates e de elaboração de teorias. Desde a Antiguidade, buscamos maneiras de melhor conhecer e representar o nosso planeta, possibilitando, assim, que mapeamentos e medições diversas pudessem ser feitos com maior exatidão. Plana? Redonda? Arredondada? Foram muitos os questionamentos. E só com o aprimoramento de técnicas cartográficas e o desenvolvimento tecnológico foi possível ir construindo uma melhor definição. Mas por que devemos conhecer tão bem a forma do nosso planeta? Conhecer tanto a forma como a dimensão da Terra é fundamental para operações relacionadas ao posicionamento terrestre, à navegação (seja terrestre, marítima ou aérea) e a diferentes transformações de escala, importantes para a elaboração de mapas, com detalhamentos variados. Pequenas incertezas nessa determinação podem ser responsáveis por grandes erros. A forma e as dimensões do nosso planeta podem ser definidas com diferentes graus de exatidão. Até meados do século 17, considerava-se a Terra como uma esfera regular. Com as novas teorias físicas (newtonianas), foi possível qualificar melhor as forças gravitacionais. 

Por meio de medições realizadas em diferentes latitudes, foram identificadas diferenças expressivas entre os raios geométricos do planeta.Até o século 17, a Terra era considerada uma esfera regular. Hoje, o nosso planeta é representado fisicamente como um geoide, uma forma arredondada com superfície irregular. A figura matemática que mais se adapta a essa forma da Terra é o elipsoide (esfera achatada nos polos). Foi o xeque-mate para o paradigma da Terra esférica. 

Quando se colocou em questão o valor constante do raio da Terra, chegou-se a um novo conceito: o de um elipsoide de revolução. Achatado nos polos, o elipsoide de revolução é ainda hoje a figura matemática que os geodesistas (cientistas dedicados a estudar, entre outras questões, a forma e as dimensões da Terra) consideram a que mais se adapta à forma verdadeira da Terra. Ela é representada fisicamente como um geoide, que, de forma simples, pode ser definido como uma superfície fictícia determinada pelo prolongamento do nível médio dos mares sobre os continentes. A superfície terrestre é irregular, com deformações, e seu formato está em constante modificação, consequência das ações erosivas, dos vulcões, do movimento das placas tectônicas, dos ventos, das chuvas, das ações do homem etc. Para representar a superfície terrestre em um plano, é necessário que se adote uma superfície de referência, que corresponda a uma figura matematicamente definida.

Dependendo do propósito do mapeamento, a representação da Terra pode variar entre um plano tangente à superfície terrestre (específico para representação de pequenas áreas, como uma propriedade, por exemplo), um elipsoide de revolução (para representar áreas maiores, como um país) ou uma esfera (para o caso de áreas muito maiores, como um continente ou o próprio globo terrestre, quando, na escala de representação utilizada, os raios equatorial e polar não apresentam diferença significativa). Apesar de tantas descobertas e avanços científicos, a Terra permanece sendo alvo de muita curiosidade. E continua a busca por desenvolver novos métodos de aperfeiçoamento da sua caracterização. Investimentos são direcionados para esse fim, com o intuito de reduzir ainda mais as distorções na representação do planeta. É fato que estamos acertando cada vez mais no posicionamento e nas medições realizadas na superfície terrestre, mas queremos mais! 


Carla Madureira Cruz Departamento de Geografia, 
Instituto de Geociências. 
Universidade Federal do Rio de Janeiro.



 

ATIVIDADE


1º)Pesquise os termos reportagem e jornalismo. Descubra quais semelhanças e diferenças entre elas:

2º) Releia o primeiro paragrafo do texto e responda as questões a seguir:
1.1 Quais as intenções da autora nesse primeiro momento?
1.2 Qual o objetivo em trazer para esse inicio de texto algumas perguntas?
 
 

8º ano "B"

Olá alunos !!!

Vamos revisar um pouco e também construirmos uma interação online. Por enquanto estamos em casa! Mas, aqui está uma possibilidade de mantermos nossa comunicação. Conto com todos vocês!

O gênero textual aqui em questão é o debate regrado. Essa palavra DEBATE, nos parece familiar, uma vez que a todo instante estamos debatendo algo ou alguma coisa com alguém. Mas afinal, 
O que é um debate? 
Para que ele serve? 
Quais regras devem ser seguidas? 
Como ele se configura na sala de aula?

Vamos aprender mais sobre o gênero debate e a construção da argumentação. 

1. O que diferencia um debate de uma conversa? 
2. Quais são as funções de um mediador em um debate?
3. Para que servem os debates? 
4.Onde acontecem os debates? 
5.Que tipos de tema costumam ser debatidos? 
6.Com que possíveis intenções você acha que as pessoas assistem a debates?

O tema escolhido pela turma foi "DEPRESSÃO" 

Depressão na adolescência

Adolescente com expressão triste rementendo à depressão

Depressão em jovens é um problema sério e pouco reconhecido

Mais de 300 milhões de pessoas são afetadas pela depressão no mundo e, no Brasil, cerca de 12 milhões. Esse distúrbio deve ser encarado seriamente em todas as etapas, pois pode interferir diretamente no dia a dia, nas relações sociais e no bem-estar geral. Continue a leitura e entenda como reconhecer os sinais e sintomas da depressão em jovens.

Jovens, um grupo de risco à depressão

A adolescência é um período difícil, turbulento, com variações do humor e crises emocionais. Os jovens passam por várias situações novas e pressões sociais quando se aproximam da idade adulta e, para alguns, este período de transição é muito difícil.
Não existe uma única causa para a depressão. O distúrbio normalmente se dá com a combinação de diversos fatores internos e externos, como a dificuldade em lidar com situações desafiadoras e até a desregulação dos hormônios que controlam as emoções.

Sinais e sintomas da depressão em jovens

Os sintomas da depressão em jovens geralmente são semelhantes aos dos adultos deprimidos, veja quais são:
  • Falta de entusiasmo, energia ou motivação;
  • Afastamento ou isolamento de atividades sociais;
  • Confusão ou dificuldade em tomar decisões;
  • Baixo rendimento escolar;
  • Problemas alimentares;
  • Insônia e distúrbios de sono;
  • Baixa autoestima ou sensação de culpa;
  • Abuso de álcool e/ou drogas;
  • Ansiedade ou medos;
  • Inquietação ou irritabilidade.
Em geral, a depressão afeta o humor, o pensamento, a disposição e/ ou o comportamento de uma pessoa, mas normalmente há uma combinação de vários sintomas. Uma pessoa jovem deprimida pode mostrar-se triste, melancólica ou preocupada. A pessoa geralmente perde o interesse ou o prazer por atividades, coisas ou pessoas que anteriormente gostava e se afasta de relações sociais.

O risco de suicídio em jovens com depressão

Nos casos mais graves, a depressão pode levar ao suicídio, que já é a segunda principal causa de morte em jovens entre 15 e 29 anos. Fique atento aos sinais que indicam o risco de suicídio em jovens com depressão:
  • Falar sobre morte, suicídio ou provocar ferimentos em si próprio;
  • Pânico ou ansiedade crônicos;
  • Insônia constante;
  • Alterações na personalidade ou aparência;
  • Alterações nos hábitos de sono ou alimentares;
  • Baixo rendimento escolar;
  • Distribuir objetos pessoais.

Tratamento para depressão em jovens

Felizmente, a depressão em jovens responde bem a vários programas de tratamento. Pais, professores e outras pessoas devem aprender a reconhecer a depressão e agir no momento em que a ajuda se faz necessária. O primeiro passo é procurar a experiência de um profissional capacitado, como um psiquiatra.
Juntamente com o adolescente, os familiares e o médico podem chegar a uma decisão sobre o tratamento mais adequado para o jovem. Apenas um médico pode indicar o início do tratamento com medicamentos, como os antidepressivos. Nunca se automedique.
Se você suspeitar que um adolescente está sofrendo de depressão, é possível ajudá-lo. No entanto, na maioria das vezes, os jovens não reconhecem que estão deprimidos. Eles podem relutar em assumir sentimentos de tristeza ou desesperança. Para alguém que deseja ajudar, é preciso carinho e intuição, bem como saber escutar.



Referências
acessado em 02/07/2019
acessado em 02/07/2019
https://afsp.org/about-suicide/risk-factors-and-warning-signs/ - acessado em 02/07/2019



A T I V I D A D E S 

 Compreensão e interpretação textual 

1º)Recrie um título para o texto e para cada subtítulo de acordo com temática abordada.


2º) "Depressão em jovens é um problema sério e pouco reconhecido". A frase induz que:

a) A depressão em jovens é mais séria que em adultos, por isso deve ser tratada.
b) A depressão é um jovens é problema de baixo interesse pelos adultos.
c) Por ser pouco reconhecida a depressão não tem tanta seriedade.
d) A depressão em jovens precisa ser mais reconhecida uma vez que se trata de algo sério.


3º) Encontre as informações incoerentes com o texto, fazendo as correções correspondentes:
  1. 300 milhões de pessoas são alertadas pela depressão no mundo.
  2. A adolescência é um período pouco difícil, turbulento, com variações do humor e períodos emocionais.
  3. Existe uma única causa para a depressão.  
  4. Felizmente, a depressão em jovens não responde bem a vários programas de tratamento. 
  5. O primeiro passo é procurar a experiência de um amigo capacitado, como um psiquiatra.
  6. Apenas um médico ou um familiar pode indicar o início do tratamento com medicamentos, como os antidepressivos.

sexta-feira, 20 de março de 2020

7º ano " B"

Olá alunos e alunas !!
Sejam todos bem-vindos !!
  
Leitura do roteiro turísticoConheça 15 capitais musicais ao redor do mundo”
 Durante a leitura, destaque as seguintes informações

a) Que assunto é tratado na matéria e quem são os envolvidos?

b) Quais são os gêneros musicais, os artistas e as capitais citados? O que cada um tem de particular?
  
c) É possível identificar as fontes que o jornalista usou na investigação do assunto? 

d) Quais cidades brasileiras foram citadas? O que elas têm de particular? Você acrescentaria outros gêneros musicais e cidades brasileiras na lista? Se sim, quais? Explique. 

e) Ficou com vontade de visitar alguma cidade? Você conhece todos os ritmos musicais citados? De quais mais gosta e menos gosta? Por quê?
 





Conheça 15 capitais musicais ao redor do mundo

Do punk ao samba, veja as cidades que serviram de cenário para gêneros e grandes nomes da música




Imagine conhecer a cidade onde seu estilo musical predileto nasceu ou visitar locais que inspiraram composições clássicas. Ou ainda: ver de perto os lugares em que grandes estrelas começaram suas carreiras. Para inspirá-lo na hora da escolha do próximo destino de viagem, confira a seguir 15 cidades marcadas pela música. 

Londres, Inglaterra (Rock) 
Rolling Stones, The Clash, Sex Pistols, The Who, Led Zeppelin, Queen, Motörhead, Iron Maiden, David Bowie.

Qual outra cidade foi berço de artistas e bandas tão boas e diversas?

Por isso mesmo, não é nenhum exagero chamá-la de capital mundial do rock. Entre as atrações para os amantes do estilo estão o British Music Experience, museu que conta a rica história local dessa arte, e o Abbey Road Studios, onde os Beatles gravaram muitos dos seus discos e posaram para a famosa capa do disco que levou o mesmo nome do estúdio.



Nova Orleans, Estados Unidos (Jazz)
Graças à junção das culturas americana, francesa, africana e caribenha, Nova Orleans tornou-se uma das principais capitais do mundo quando o assunto é música. Terra natal do jazz e de artistas do quilate de Louis Armstrong, a cidade é um verdadeiro palco a céu aberto, com músicos se apresentando nas ruas. Não deixe de visitar a Bourbon Street e o French Quarter, que reúnem inúmeros bares e clubes do estilo. Se puder, conheça a cidade em fevereiro, quando ocorre o famoso Mardi Gras, uma espécie de Carnaval embalado pelo som do jazz.[...]

Memphis, Estados Unidos (Blues/Rockabilly)
Uma das cidades mais importantes para a música norte-americana, Memphis foi lar de astros como Elvis Prelsey e B. B. King. Outros artistas, como Jerry Lee Lewis, iniciaram suas carreiras no Sun Studio, uma das principais atrações turísticas locais. Outro destino imperdível é a mansão Graceland, que foi casa do Rei do Rock. Para completar, dê uma passada no Delta Blues Museum, que conta com relíquias de Muddy Waters.

Nova York, Estados Unidos (Punk)
É difícil definir um ritmo que caracterize uma cidade tão rica e diversa culturalmente quanto Nova York. Porém, se voltarmos alguns anos no tempo, não há como negar que bandas como Blondie, Television, Talking Heads, New York Dolls e Ramones botaram o mundo da música de cabeça para baixo nos anos de 1970. O punk nasceu em uma pequena casa de shows da cidade, chamada CBGB, cuja história virou filme em 2013. O local foi fechado em 2009 e, em seu lugar, funciona hoje uma loja do estilista John Varvatos. Mas o número 315 da Bowery segue cultuado pelos amantes do gênero, sem falar que vários clássicos do punk fazem referência à cidade. Um passeio por suas ruas ajuda a conhecer melhor o movimento.

Rio de Janeiro (Samba)
Quem gosta de samba não tem destino melhor para ir do que o Rio de Janeiro. A cidade conta com um amplo roteiro de rodas de samba, muitas delas gratuitas. Nas semanas que antecedem o Carnaval, é possível acompanhar os ensaios de sua escola preferida. Mas a grande atração para os amantes do estilo é mesmo o desfile na Sapucaí, que reúne milhares de pessoas para uma festa cheia de cores e animação.[...]

Buenos Aires, Argentina (Tango)
A bela capital argentina fica ainda mais charmosa graças ao tango. Por isso, é praticamente impossível visitá-la sem assistir a um espetáculo do gênero. As opções mais tradicionais são o Café Tortoni, o mais clássico dos cafés portenhos, e o Centro Cultural Borges. Mas também é possível acompanhar manifestações populares do estilo, com as chamadas milongas, tanto em casas noturnas quanto nas ruas da cidade.

Salvador (Axé)
Quem gosta de trio elétrico, micareta e música animada precisa urgentemente visitar a capital do axé. A cidade reúne milhões de pessoas todos os anos para curtir o Carnaval, mas a folia segue firme mesmo depois da Quarta-Feira de Cinzas, com um calendário repleto de festas durante o ano. [...]


Fonte: Passo Avanti.



Conhecendo o gênero: reportagem 

A reportagem, assim como a notícia e outros gêneros jornalísticos, tem o objetivo de informar o leitor sobre um fato ou um assunto de interesse para um público amplo. 

Porém, a reportagem procura aprofundar o fato, que se torna algo a ser analisado, o que significa que ela exige maior pesquisa, pois envolve a consulta a fontes mais especializadas e preferencialmente variadas.  

E diferentemente da notícia, que se espera que seja imparcial, a reportagem é um gênero no qual o jornalista pode deixar transparecer o que pensa sobre o assunto tratado. Nesta seção, você vai estudar um pouco mais sobre esse gênero para se preparar para a produção.

( Todos os direitos reservados a editora MODERNA.) 

Postaremos aqui a atividade para esse texto